Ah, bons tempos de adolescencia
Quando tudo era eterno
Quando tudo era certo
Quando eu era o certo, ou ao menos quando eu achava isso.
Hoje nada mais é eterno
Nada mais é certo
Eu não sou mais certo, e ainda quando estou, não acho mais isso.
Ah, obrigado tempo, hoje eu acordei.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Re-começo.
Cansei,
Cansei de ter que estudar
Cansei dessa vida de cansasso
Cansei dessa chatísse épica
E cansei desse extresse
Quero viver do que gosto
Do que não me cansa
Quero viver de diversão
Quero viver de amigos, de praia, de ar
Quero viver de vento,
Quero viver.
Quero música.
Quero ser a música, e dela viver
Mas deixa estar, se o mundo acabar hoje
Nasce outro amanhã mesmo. E nesse, ahh nesse eu vou ser o sol, pra começar.
Cansei de ter que estudar
Cansei dessa vida de cansasso
Cansei dessa chatísse épica
E cansei desse extresse
Quero viver do que gosto
Do que não me cansa
Quero viver de diversão
Quero viver de amigos, de praia, de ar
Quero viver de vento,
Quero viver.
Quero música.
Quero ser a música, e dela viver
Mas deixa estar, se o mundo acabar hoje
Nasce outro amanhã mesmo. E nesse, ahh nesse eu vou ser o sol, pra começar.
domingo, 29 de agosto de 2010
Nostalgia
E hoje lembrei de todas as promessas
Feitas apenas com um olhar
Das manhãs perdidas
Dos risos soltos
Dos dias ruins
E desculpe minha saudade
A culpa não é dela
Feitas apenas com um olhar
Das manhãs perdidas
Dos risos soltos
Dos dias ruins
E desculpe minha saudade
A culpa não é dela
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Dias
E os dias tem sido sempre tão iguais,
Nada novo
Nada de novo
De novo
Volta eu, estou aqui. Após mais um dia igual.
Talvez o problema não esteja no dia, mais em mim. De novo.
Nada novo
Nada de novo
De novo
Volta eu, estou aqui. Após mais um dia igual.
Talvez o problema não esteja no dia, mais em mim. De novo.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
DOIS
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Impessoal.
Passa devagar, como se não fosse ter fim
Corre amargo, como se nunca tivesse visto o doce
Anda pálido, como se as cores tivessem sumido
Não que lhe fosse ruim, não que não gostasse... só que hoje, não lhe era o bastante apenas viver. Ele queria voar, mas no fim, não tinha asas.
Corre amargo, como se nunca tivesse visto o doce
Anda pálido, como se as cores tivessem sumido
Não que lhe fosse ruim, não que não gostasse... só que hoje, não lhe era o bastante apenas viver. Ele queria voar, mas no fim, não tinha asas.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Pensamentos deles, Pensamentos Eles.
Você é um Pollock
Um legítimo quadro feito no chão caoticamente com tintas indecifráveis
Um Vick Muniz
Hoje somos sucata, mas fomos chocolate
Eu vou te guardar como um grafite de OsGêmeos
Como um Miró
Como um segredo que todo mundo sabe
Vou colocar na parede, no teto, em toda parte
Porque em mim você não cabe
Expor, afinal ninguém é mesmo dono de obra de arte
Você é minha Guernica
O meu que é seu---meu de todomundo
Não vou esperar o curador
Para mais um vernissage
Tenho que te tirar de mim logo
Colocar você num cofre que todo mundo tem a chave
Porque quanto mais te guardo, mais você vale.
_____________________________________________________
Poema de Irene Carballido, retirado do http://caralhaquatro.blogspot.com/
Assinar:
Postagens (Atom)